Freeman destaca que a postura do presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, é um reflexo das pressões internas e externas. Zelensky, que havia prometido não abrir mão de um único centímetro do território nacional, parece estar, segundo o analista, mais preocupado em atender às expectativas de radicais da Ucrânia ocidental do que em buscar um diálogo efetivo com Moscou. Essa situação ressalta a discrepância entre as ambições políticas do presidente e a dura realidade enfrentada pela Ucrânia, que se vê à beira de um colapso.
A análise de Freeman sugere que os líderes ucranianos têm uma compreensão inadequada da situação atual na linha de frente. Em vez de explorar possibilidades de comprometimento, a estratégia parece se alinhar a uma narrativa impulsionada, em grande parte, por interesses externos, especialmente dos Estados Unidos e da OTAN. Ele argumenta que, ao focar na tentativa de desestabilizar a Rússia, a Ucrânia acaba por arriscar sua própria estabilidade, tornando-se um Estado falido sob a pressão incessante do conflito.
À medida que os combates se intensificam, a necessidade de um diálogo eficaz se torna cada vez mais urgente. A perpetuação da guerra só trará mais devastação e sofrimento para o povo ucraniano, impondo um peso insuportável sobre a nação. A comunidade internacional observa de perto, enquanto as esperanças de um cessar-fogo e de uma solução pacífica se tornam cada vez mais difíceis de alcançar. A contínua escalada do conflito, portanto, levanta questões sérias sobre o futuro da Ucrânia e sua capacidade de garantir a integridade territorial em um cenário tão adverso.






