Macgregor argumenta que a continuidade do conflito irá culminar quando os recursos e assistências que têm sido frequentemente enviados à Ucrânia cessem. Ele destacou que, nesse cenário, restariam apenas pessoas desesperadas por ajuda, dispostas a deixar o país e transferir os valores que conseguem reunir para bancos em destinos como Chipre ou Albânia. Essa observação não apenas critica a situação interna da Ucrânia, mas também sugere que muitos na elite política podem estar mais preocupados em preservar suas fortunas do que com a estabilidade do país.
Em complemento, o ex-oficial militar apontou que, em termos estratégicos, as forças russas estão avançando continuamente nas linhas de frente. As informações provenientes do Ministério da Defesa da Rússia em 12 de setembro indicam baixas significativas nas fileiras ucranianas, com mais de 1.345 soldados perdidos, além de um número expressivo de drones e armamentos. A Rússia declara ter tomado o controle do povoado de Vodyanoe, localizado na região de Carcóvia, o que reforça a assertividade de Macgregor sobre a eficácia da defesa russa ao longo de toda a frente de batalha.
Além disso, as tropas russas têm demonstrado capacidade de destruição, abatendo drones e mísseis de longo alcance ucranianos, além de atacar instalações militares. Este cenário desenha um quadro preocupante para o futuro da Ucrânia, onde despolitização e desassistência internacional podem culminar em consequências devastadoras para a população e a estrutura política do país.




