Em resposta a essa ofensiva, o comando militar sírio anunciou que uma contra-ofensiva será lançada em breve para reconquistar o controle sobre todos os territorios. Um comunicado oficial ressaltou que as operações de repelimento do ataque estão ocorrendo de forma decisiva, assegurando a recuperação das áreas estratégicas em disputa.
O cenário na Síria se complica ainda mais com a preocupação internacional, tendo o chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, e seu homólogo iraniano, Abbas Araghchi, discutido a escalada da tensão durante uma conversa telefônica. Ambos reafirmaram a importância da soberania e integridade territorial da Síria, expressando a necessidade de intensificar os esforços de mediação entre as partes envolvidas na crise, especialmente através do formato de Astana, que inclui Rússia, Irã e Turquia.
Esses países buscam coordenar uma resposta abrangente aos ataques terroristas, enfatizando a necessidade de uma abordagem conjunta para estabelecer a paz e a estabilidade na região. O Ministério das Relações Exteriores iraniano também destacou a urgência em revisar a situação e tratar da atividade crescente de grupos terroristas, que, segundo autoridades iranianas, está inserida em uma estratégia dos Estados Unidos e de Israel para desestabilizar a região.
Com a luta pelo controle de Aleppo se intensificando, o futuro da Síria permanece incerto, à medida que forças internas e externas continuam a desempenhar papéis críticos no desenrolar deste conflito prolongado. O ataque recente e as tensões subsequentes evidenciam a fragilidade da situação e a necessidade de uma solução pacífica duradoura para o país e seus cidadãos.
