De acordo com as alegações apresentadas, o caso envolve uma jovem que, atualmente com 21 anos e mãe de uma criança de 8, teria sido vítima de abuso quando tinha apenas 13 anos, em Alagoas. A denúncia foi formalmente encaminhada às autoridades competentes. Gaspar, por sua vez, categoricamente negou as acusações em sua intervenção na CPMI, enfatizando que está à disposição da Polícia Federal para esclarecimentos. Ele incluso se mostrou disposto a realizar um teste de DNA, caso seja necessário.
Na segunda-feira anterior, ele tomou uma atitude legal e apresentou uma representação à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Farias e Thronicke, alegando denunciação caluniosa e coação no processo. Além disso, protocolou uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal, afirmando que as ações dos parlamentares configuram crimes contra a honra.
Em coletiva, Gaspar desferiu críticas pesadas contra seus acusadores, referindo-se a eles como “maloqueiros criminosos” e “bandidos”, e insinuou que há interesses políticos por trás da ação, especialmente considerando que ele estava no momento de indiciar uma figura proeminente, o filho do presidente da República. Ele afirmou: “A política tem disso. Eu enfrentei o esgoto da política, mas vou até o final para processar, cassar, punir e prender Lindbergh Farias e Soraya Thronicke.”
Simultaneamente, o Partido Novo decidiu agir e apresentou uma representação contra Lindbergh Farias no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Gaspar informou que seu partido, o PL, pretende fazer o mesmo contra Thronicke no Senado em breve, ressaltando que considera as ações dos parlamentares como criminosas e demonstrando seu desejo de apressar a tramitação das representações no Congresso Nacional. O clima político está acirrado, e este desdobramento pode ter impactos significativos na dinâmica legislativa.
