Comércio Varejista Brasileiro Registra Crescimento de 0,5% em Março, Mantendo Alta pelo Terceiro Mês Sequencial e Mostrando Sinais de Recuperação Econômica.

O comércio varejista brasileiro registrou um crescimento de 0,5% em março de 2026, em relação ao mês anterior, sendo este o terceiro mês consecutivo de resultados positivos. Este dado é um indicativo do momento relativamente favorável que o setor está vivenciando, após ajustes sazonais, segundo apontam os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Analisando os resultados de março em comparação ao mesmo período do ano anterior, o aumento no volume de vendas foi de 4%, enquanto o acumulado dos últimos 12 meses chegou a 1,8%. Ao longo deste ano, o varejo acumula um crescimento de 2,4%, sinalizando uma recuperação gradual no cenário econômico nacional.

Os dados destacam que cinco das oito atividades analisadas apresentaram resultados positivos. Os segmentos de Equipamentos e Material para Escritório, Informática e Comunicação lideraram o crescimento com uma alta de 5,7%. Os Combustíveis e Lubrificantes também mostraram desempenho favorável, com um aumento de 2,9%, assim como Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico, que também registraram um crescimento de 2,9%. Além disso, Livros, Jornais, Revistas e Papelaria cresceram 0,7% e Artigos Farmacêuticos, Médicos e de Perfumaria tiveram um aumento modesto de 0,1%.

Por outro lado, dois setores enfrentaram um retrocesso: Móveis e Eletrodomésticos, que caíram 0,9%, e Hipermercados e Supermercados, com uma queda de 1,4%. O segmento de Tecidos, Vestuário e Calçados ficou estável, sem variações em relação ao mês anterior.

No comércio varejista ampliado, que inclui a venda de veículos, motos e materiais de construção, houve uma variação positiva de 0,3% em março. Quando analisado em relação ao mesmo mês de 2025, a alta foi mais significativa, alcançando 6,5%.

É importante ressaltar que o panorama anual trouxe resultados otimistas para todas as atividades pesquisadas, com expansão em segmentos como Equipamentos de Escritório e Informática, que dispararam 22,5%, e Outros Artigos de Uso Pessoal, com 11,1%. Essa tendência de crescimento é um sinal de que, apesar dos desafios econômica, o varejo brasileiro pode estar se recuperando, refletindo uma melhoria no consumo e na confiança do consumidor.

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