Johanisson, carinhosamente conhecido como Joba, tinha apenas 33 anos e ocupava uma posição crucial no clube, onde atuava há cerca de cinco anos. Durante sua trajetória, ele se destacou não apenas pelo profissionalismo e dedicação, mas também pela sua habilidade em construir relações próximas e humanas com os jovens atletas, treinadores e toda a equipe do clube.
O sepultamento foi marcado por momentos de silêncio e aplausos, simbolizando o respeito e a homenagem à sua memória. Imagens capturadas no local registraram o profundo sentimento de dor e reflexão presente entre os participantes, evidenciando a perda significativa que acometeu todos que o conheceram e conviveram com ele.
A comoção gerada pela morte de Johanisson não se limitou ao sepultamento. Desde o anúncio do falecimento, que ocorreu na manhã de sexta-feira, 23 de setembro, nas redes sociais começaram a surgir uma onda de mensagens de apoio e solidariedade. Torcedores e membros da comunidade esportiva expressaram seu pesar pela tragédia, ressaltando a importância de Johanisson na formação de novos talentos do futebol alagoano.
Em nota oficial, o CRB lamentou profundamente a perda de Johanisson e ressaltou suas contribuições inestimáveis nas categorias de base, que culminaram em diversas conquistas para o clube. A entidade também manifestou condolências aos familiares e amigos, enfatizando o legado que Joba deixou na vida dos jovens que teve a oportunidade de treinar e orientar.
A investigação sobre o homicídio de Johanisson está em andamento, com a Polícia Civil de Alagoas analisando imagens de câmeras de segurança que registraram o momento do crime. Este trágico episódio destaca não apenas a perda de um talentoso supervisor, mas também a necessidade urgente de discutir questões de segurança na sociedade contemporânea.
