A atleta Rafaela Silva durante apresentação dos judocas que foram convocados pela Confederação Brasileira de Judô para disputar os Jogos Olímpicos Rio 2016.
Os nomes convocados foram Sarah Menezes, na categoria Ligeiro; Érika Miranda, na Meio-Leve; Rafaela Silva, na Leve; Mariana Silva, na Meio-Médio; Maria Portelana Médio; Mayra aguiar, na Meio-pesado; e Maria Suelen Altheman, na Pesado.
As sete atletas saíram de Londres com o primeiro ouro do judô feminino, conquistado por Sarah Menezes, e um bronze, de Mayra Aguiar. Desde então, vieram dois títulos mundiais: Mayra Aguiar, em 2014, e Rafaela Silva, em 2013, que foi o primeiro de uma mulher brasileira na história do judô brasileiro. No caminho para o Rio, competições internacionais renderam outros pódios para todas elas entre 2013 e 2015.
Além da viagem para Londres, o que essas atletas têm em comum é a formação de base para o esporte de alto rendimento, disse Rafaela. “A equipe tem praticamente a mesma idade, cresceu todo mundo junto. Passamos todas pela equipe de base e viemos crescendo todo mundo junto”, afirmou Rafaela Silva, a mais nova das sete.
No comando da seleção feminina de judô, a técnica Rosicleia Campos também considera que a juventude é uma característica compartilhada pelas atletas. “É uma equipe muito jovem, apesar de ser bastante experiente. Houve um investimento, elas trouxeram resultado, ficaram mais experientes e a equipe se repetiu”, explica a técnica, que diz ainda que outras atletas tiveram oportunidade de conquistar a vaga.
Essa experiência adquirida nos últimos jogos e no ciclo de quatro anos entre uma Olimpíada e outra deixa Rosicleia ainda mais otimista. “Vejo bons ventos chegando. Não temos dúvida de que temos ótimas chances. Temos sete tiros, por disputar sete categorias. Então, a cada dia, as chances se renovam”.
Campeã no Grand Prix de Dusseldorf, ocorrido este ano na Alemanha, Maria Suelen lembra que o judô brasileiro teve bons resultados no campeonato mundial de 2013, disputado no Rio, e que isso é um bom sinal para o que esperar de uma olimpíada em casaTânia Rêgo/Agência Brasil
Campeã no Grand Prix de Dusseldorf, ocorrido este ano na Alemanha, Maria Suelen lembra que o judô brasileiro teve bons resultados no campeonato mundial de 2013, disputado no Rio, e que isso é um bom sinal para o que esperar de uma Olimpíada em casa. Sobre reencontrar os mesmos nomes na lista de convocadas, ela afirma que a relação já é quase “de família”:
“A gente convive como família. Passamos mais tempo juntas que com as nossas famílias. E essa união faz a diferença”, disse a judoca, que mantém contato com as colegas quando cada uma está em seus clubes: “Temos grupo no Whatsapp”.
Tânia Rêgo – Agência Brasil
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