Essa ação drástica responde diretamente a uma ordem do presidente Petro, que, em reunião com seu gabinete na véspera, descreveu dois dias de tensão, nos quais sentiu que estaria evitando um atentado contra sua vida. O clima de insegurança ao redor do líder colombiano é visível, levando o ministro da Defesa, Pedro Sánchez, a determinar uma resposta imediata das forças de segurança. Sánchez enfatizou a importância de um trabalho conjunto entre as Forças Armadas e a Polícia Nacional, destacando a necessidade de intensificar as capacidades de inteligência e contra-inteligência para proteger a vida do presidente.
Em uma declaração enérgica publicada em suas redes sociais, o ministro manifestou que a segurança do presidente é uma responsabilidade inegociável de todas as instituições governamentais. Ele reforçou que a colaboração com a Interpol e outras organizações internacionais será fundamental para antecipar, identificar e neutralizar todas as possíveis ameaças.
Petro, por sua vez, revelou que precisou modificar sua rotina de viagens em helicóptero após receber informações sobre planos que visavam sua morte, embora não tenha oferecido detalhes adicionais sobre esses informes de segurança. Em resposta à gravidade da situação, também foi anunciada a criação de um Conselho Conjunto de Inteligência, destinado a tomar decisões estratégicas fundamentais para a proteção do presidente da Colômbia.
Esse panorama demonstra não apenas uma vulnerabilidade nas estruturas de segurança do país, mas também um momento crítico para a administração de Petro, que tenta navegar por um ambiente político conturbado e repleto de desafios. A atuação do governo colombiano em relação à proteção do presidente e a resposta a ameaças externas será, sem dúvida, um dos temas centrais nos debates políticos e sociais nos próximos dias.







