Por outro lado, no critério ajustado, a Cogna apresentou um lucro líquido de R$ 32,8 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 44 milhões. Esses resultados refletem uma melhora na performance financeira da empresa, que tem buscado otimizar seus resultados e reduzir os impactos negativos.
O Ebitda da Cogna, que mede o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização, apresentou um aumento de 9,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 377 milhões, com uma margem de 29,5%, um acréscimo de 2,2 pontos percentuais. Já o Ebitda recorrente alcançou R$ 385 milhões, um aumento de 25,9% em relação ao ano anterior.
A receita líquida da empresa no terceiro trimestre foi de R$ 1,281 bilhão, representando um leve avanço de 0,9% em relação ao ano anterior. O resultado financeiro também apresentou uma melhora, com um valor negativo de R$ 224,3 milhões, uma queda de 16,3% em comparação ao período anterior.
Além disso, a dívida líquida da Cogna diminuiu em R$ 257,5 milhões ou 7,8% em relação ao terceiro trimestre de 2023. A empresa destaca que essa redução foi possível devido à geração de caixa. A alavancagem também foi reduzida, passando de 1,88 vez para 1,58 vez, o menor nível em 22 trimestres.
A empresa mantém a confiança nos resultados para o ano, destacando a expectativa de aumento na receita da Vasta e da Saber. A Cogna reafirma a projeção de uma geração de caixa após Capex de R$ 1 bilhão e um Ebitda recorrente acima de R$ 2,1 bilhões para 2024. No acumulado do ano, a empresa registrou uma geração de caixa após Capex de R$ 707 milhões e um Ebitda recorrente de R$ 1,362 bilhão.





