Segundo relatos de familiares, Venturi estava aproveitando o final de semana no litoral quando passou mal na praia. Sua esposa, Débora Duboc, foi informada da situação enquanto estava na casa de seu irmão e correu para o local. Infelizmente, apesar das tentativas de reanimação, o cineasta não resistiu.
O cineasta, formado em cinema pela Ryerson University em Toronto, no Canadá, deixou sua marca na indústria cinematográfica com uma série de filmes de longa-metragem aclamados, tanto ficcionais quanto documentais. Algumas de suas obras mais conhecidas incluem “Latitude Zero” (2002), “Cabra-Cega” (2005), “Estamos Juntos” (2011), “A Comédia Divina” (2017) e documentários como “O Velho – A História de Luiz Carlos Prestes” (1997) e “Dentro da Minha Pele” (2020).
Além de sua contribuição para o cinema, Venturi também foi presidente da Associação Paulista dos Cineastas (Apaci) em 2001 e um dos sócios fundadores da produtora Olhar Imaginário. Sua esposa e dois filhos ficam para honrar e preservar seu legado.
A notícia da morte de Toni Venturi chocou o mundo do cinema e seus colaboradores. Sua partida deixa uma lacuna na indústria audiovisual brasileira, mas seu trabalho e sua influência continuarão a inspirar gerações futuras de cineastas em todo o país.





