A gerente do CIN, Dielze Mello, destaca que a principal meta da entidade é democratizar o acesso à exportação. Para isso, várias iniciativas têm sido implementadas, incluindo programas de capacitação, consultorias direcionadas e rodadas de negócios. A estratégia é garantir que pequenas e médias empresas alagoanas possam ser inseridas de maneira efetiva no comércio exterior. “Precisamos que mais empreendedores enxerguem a exportação não apenas como um desafio, mas como uma oportunidade de crescimento sustentável e ampliação de seus negócios”, afirma Mello.
A perspectiva para os próximos anos, especialmente em 2025, é animadora. A expectativa é de um crescimento substancial na exportação alagoana, com uma diversificação significativa na pauta exportadora e a consolidação de novos mercados. Essa estratégia não se limita apenas à quantidade de produtos enviados ao exterior, mas também à adaptação dos produtos às demandas específicas de diferentes países, ampliando assim o alcance da indústria local.
Mello também enfatiza a importância de um trabalho conjunto entre os setores público e privado. A colaboração é vista como um fator determinante para o fortalecimento do setor exportador, criando um ambiente propício para negócios e inovação. Além disso, o incentivo à troca de experiências entre empresas e a promoção de networking são vistos como fundamentais para a construção de parcerias que possam resultar em acordos comerciais vantajosos.
Com essa abordagem, o CIN busca não apenas aumentar a competitividade das empresas alagoanas, mas também contribuir para o desenvolvimento econômico da região, criando um ciclo positivo de crescimento. A inserção no mercado internacional é vista como uma chave para a transformação da economia local, potencializando o empreendedorismo e a inovação.
