Padiglione destacou a voz potente e a credibilidade transmitida por Moreira, comparando-a a uma voz divina. Ela ressaltou que por quase três décadas, os telespectadores brasileiros se acostumaram a ouvir o marcante “Boa noite” de Cid Moreira, que pontualmente iniciava o Jornal Nacional às 20h.
A jornalista ressaltou que Cid Moreira, mesmo sem escrever uma palavra do que lia, conseguia transmitir uma credibilidade ímpar, fazendo com que as pessoas acreditassem profundamente em suas palavras. Seu legado vai além da técnica vocal, abrangendo a arte de comunicar com sentimento e convicção, impactando gerações de profissionais da comunicação.
A morte de Cid Moreira representa uma perda irreparável para a história do jornalismo brasileiro, deixando um vazio na alma de todos aqueles que cresceram ouvindo sua marcante voz. Sua passagem pela televisão marcou época e seu legado permanecerá vivo na memória de todos aqueles que tiveram o privilégio de acompanhar sua carreira.
Assim, a voz de Cid Moreira permanecerá como um eco eterno na história do jornalismo brasileiro, relembrando a importância da credibilidade, da dedicação e do profissionalismo na comunicação televisiva. Que seu legado sirva de inspiração para as futuras gerações de jornalistas e comunicadores que buscam deixar sua marca no mundo da comunicação.
