Choquei se Defende após Prisão do Criador e Esquema Bilionário de Lavagem de Dinheiro

Na terça-feira, 21 de abril, o perfil Choquei, amplamente conhecido nas redes sociais, emitiu um pronunciamento em resposta a recente investigação da Polícia Federal (PF) que o implicou em um esquema que movimentou mais de R$ 260 bilhões de forma ilícita. Raphael Sousa Oliveira, o criador da página, foi um dos alvos da operação e se encontra preso. A repercussão da situação aumentou após a viralização de uma foto de Oliveira dentro da prisão, o que gerou discussões acaloradas nas plataformas digitais.

Em nota, a equipe responsável pelo perfil Choquei se apressou em afirmar que Oliveira “nunca manteve qualquer vínculo com a organização criminosa”. O texto enfatiza que o site sempre teve como foco a publicidade e o marketing digital, mantendo uma atividade econômica considerada lícita. A defesa de Oliveira se colocou à disposição para colaborar com as autoridades durante as investigações. Uma das alegações centrais da nota é que as relações profissionais estabelecidas por Oliveira com os indivíduos mencionados nas investigações eram estritamente comerciais e limitavam-se a serviços publicitários.

A PF identificou a página como parte de uma estratégia alerta em um esquema que teria buscado promover uma “lavagem de reputação” de figuras do entretenimento, como o funkeiro MC Ryan SP. A investigação, denominada Operação Narco Fluxo, cumpriu 45 mandados de busca e apreensão em diversas cidades do Brasil e resultou na prisão de múltiplos indivíduos ligados à indústria do entretenimento.

A nota de Choquei ainda afirma que Raphael Sousa Oliveira não teve conhecimento de qualquer intento por parte dos envolvidos de utilizar o conteúdo da página para influenciar investigações ou crises mediante autoridades. Assim, a defesa do criador do perfil tenta distanciar sua imagem da gravidade das acusações.

O machado da investigação não atenta apenas para o criador de Choquei, mas também para outras personalidades. A PF destaca que sua operação visou prender suspeitos que, assim como Oliveira, podem ter lidado com montantes significativos provenientes de atividades suspeitas e lavagem de dinheiro. Em total, 39 pessoas foram detidas e podem ser acusadas de crimes que incluem associação criminosa e evasão de divisas, enquanto a PF continua a aprofundar suas investigações.

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