O destróier Loudi representa um marco no fortalecimento das capacidades navais da China. Com sistemas de radar, armamento e redes de comunicação atualizados, a nova embarcação promete ampliar as capacidades de defesa aérea regional, realizar ataques marítimos eficazes e melhorar o comando operacional em diversos cenários de combate. Especialistas militares, como Fu Qianshao, destacam que o novo radar instalado no Loudi é um modelo rotativo bidirecional de varredura eletrônica ativa, comumente conhecido como radar AESA. Esse sistema apresenta inovações significativas quando comparado ao radar de modelos anteriores, oferecendo uma performance superior nas operações de identificação e rastreamento de alvos.
O destróier Loudi, identificado com o casco número 176, foi detalhado em uma transmissão do canal militar da Televisão Central da China (CCTV). Em uma entrevista, um dos membros da tripulação, Zhang Shengwei, enfatizou que o navio incorpora “novos sistemas e uma nova arquitetura”, aumentando consideravelmente suas capacidades de combate, especialmente nas áreas de defesa aérea e operações marítimas. Essa modernização é parte de um esforço contínuo da Marinha chinesa para se manter competitiva no cenário global, à medida que a região do Indo-Pacífico enfrenta crescentes tensões geopolíticas.
O primeiro destróier da classe Type 052D, o Kunming, foi colocado em serviço em 21 de março de 2014, e desde então, a frota tem sido expandida com a adição de novos navios como o Loudi. Esses esforços refletem a ambição da China em fortalecer sua presença naval e assegurar sua posição em um ambiente internacional cada vez mais desafiador. O Loudo, com suas avançadas capacidades operacionais, está destinado a desempenhar um papel central nas futuras estratégias de defesa da China, assegurando a proteção de seus interesses marítimos na região.







