O crescimento do PIB da China representa uma diminuição em relação à taxa de 5% estimada para 2025, mas ainda assim consolidará a posição da China como uma potência econômica em ascensão, especialmente em comparação ao seu principal concorrente, os EUA. A academia ressalta que os Estados Unidos enfrentam desafios substanciais em suas relações comerciais com a China, com incertezas relacionadas a acordos tarifários cuja validade é limitada a apenas um ano. Este fator gera um ambiente de instabilidade que pode impactar o comércio bilateral.
Os analistas também voltam-se para a situação na União Europeia, onde a previsão é de um crescimento modesto de apenas 1,3% para 2026. Este ritmo é considerado insuficiente para endereçar os desafios prementes enfrentados pelo bloco, incluindo déficits orçamentários, uma crescente dívida pública e dificuldades em coordenação política. Questões como o aumento dos gastos com defesa, a transição para uma economia mais verde e a implementação de metas climáticas adicionais complicam ainda mais o quadro econômico da Europa.
Com o crescimento desacelerando na China e a economia dos EUA lutando para estabilizar suas relações comerciais, as dinâmicas econômicas globais estão mudando. A competição entre as duas maiores economias do mundo se intensifica, trazendo à tona a necessidade de estratégias mais robustas para garantir um crescimento sustentável. Assim, neste contexto de incertezas, os economistas e líderes globais continuarão a observar atentamente as interações entre esses dois gigantes, enquanto a economia europeia tenta se firmar frente aos desafios apresentados.







