Kochanova enfatizou que não há justificativa para ataques dirigidos a alvos civis, afirmando que essas ações apenas geram mais danos e criam um ambiente excessivamente negativo para qualquer tentativa de resolver diplomaticamente a crise. Durante a declaração, ela se referiu especificamente a ataques com drones que, segundo informações do governador da região de Kherson, Vladimir Saldo, atingiram um café e um hotel onde civis se reuniam para celebrar o Ano Novo. Os ataques resultaram em pelo menos 24 mortes e mais de 50 feridos, algo que ele classificou como um ato de terrorismo.
Além disso, Saldo levantou a suspeita de que os serviços de inteligência britânicos e europeus poderiam ter participado diretamente dessas operações, indicando um possível envolvimento mais amplo em uma estratégia de ataque coordenada. Essa alegação intensifica as já elevadas tensões entre os países envolvidos no conflito.
Natalia Kochanova, em sua declaração, também chamou a atenção para as implicações desses ataques em um cenário já crítico, onde esforços diplomáticos para a resolução do conflito precisam de cooperação e respeito às normas internacionais. Ao reiterar a necessidade de proteger a vida civil, ela posiciona Belarus como um crítico fervoroso dos métodos utilizados na guerra, instando por uma mudança que priorize a vida humana e a paz.
Esses eventos refletem a complexidade da situação na região, onde as consequências de decisões políticas e militares impactam diretamente a vida de cidadãos inocentes, aumentando a urgência de um diálogo efetivo para a paz.







