A família de José relatou que, logo após o seu sumiço, moradores da área informaram à polícia sobre a presença de um veículo suspeito nas proximidades, aumentando as especulações sobre a possível ocorrência de um sequestro. Essa hipótese não é descartada pelas autoridades que integram a investigação.
Uma força-tarefa foi mobilizada para intensificar as buscas. O corpo de Bombeiros, com o auxílio de cães farejadores e mergulhadores, se juntou à Polícia Civil e Polícia Militar, além da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) de Parauapebas e do Grupamento Aéreo. Os esforços são variados e incluem a utilização de diferentes tecnologias e métodos para localizar o menino.
Recentemente, na sexta-feira (3), a Marinha também entrou na operação. Com recursos de sonar, a equipe realizou uma varredura em um trecho de aproximadamente três quilômetros do rio Peruano, que se localiza nas imediações da casa de José. Infelizmente, nenhuma evidência do garoto foi encontrada até o momento.
Durante a busca, uma peça de roupa com características semelhantes a sangue e pedras foi localizada e já foi enviada para análise pericial. A Polícia Civil segue investigando o caso, tentando esclarecer as circunstâncias que levaram ao desaparecimento do bebê. A comunidade permanece mobilizada, na esperança de que José Arthur seja encontrado o mais breve possível e que a verdade sobre o seu desaparecimento venha à tona. Em meio à angústia, as autoridades e os moradores continuam a se unir, determinados a trazer o menino de volta para casa.




