Cemitério Campo da Esperança: chão cede e deixa túmulos abertos na Asa Sul em Brasília, mas sem vítimas fatais

Na tarde deste domingo (19/1), uma situação inusitada ocorreu no cemitério Campo da Esperança da Asa Sul, em Brasília. Parte do chão cedeu na área da Quadra 913, Setor C, deixando túmulos abertos e uma cratera exposta, como mostram imagens registradas por uma testemunha que passava pelo local.

Apesar do impacto visual provocado pela erosão, felizmente não houve feridos no incidente e os caixões não foram danificados. A empresa responsável pela administração do cemitério, Campo da Esperança Serviços Ltda, informou que uma equipe de engenharia está analisando as causas da falha no terreno.

A área afetada foi isolada imediatamente após o ocorrido e os reparos já foram iniciados. A previsão é que o trabalho seja concluído nesta segunda-feira (20/1). Segundo a concessionária, esse tipo de situação é considerado um caso isolado, geralmente provocado por excesso de chuvas, e a empresa realiza inspeções constantes para minimizar os riscos.

Essa não é a primeira vez que o cemitério Campo da Esperança enfrenta problemas desse tipo nos últimos meses. Há relatos de casos similares, como o de uma auxiliar de serviços gerais que foi engolida por uma cova enquanto limpava um túmulo de parentes. A empresa suspeitou que esse incidente e outros ocorridos recentemente fossem resultados de ações de jardineiros autônomos insatisfeitos com decisões legais relacionadas à concessão.

Um dos casos mais graves envolvendo a queda de pessoas em covas aconteceu durante um enterro no ano passado, quando 10 pessoas caíram em um jazigo após a laje de duas sepulturas vizinhas ceder. Esse episódio causou pânico entre os presentes e algumas vítimas tiveram que ser encaminhadas para unidades de saúde da região.

É importante que as autoridades competentes investiguem a fundo as causas desses incidentes e adotem medidas para garantir a segurança dos frequentadores e funcionários dos cemitérios. A população espera por ações efetivas que evitem tragédias como essas no futuro.

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