De acordo com a entidade, a verificação do sexo biológico das atletas será realizada por meio de um teste e triagem do gene SRY. O presidente do Conselho de Saúde do Voleibol, João Olyntho, comentou sobre a implementação dessa nova política. Segundo ele, a CBV está seguindo as diretrizes estabelecidas pelo COI e pela FIVB, e o processo de triagem do gene SRY é feito de maneira não invasiva e altamente precisa.
As novas regras entrarão em vigor em competições importantes do cenário nacional, como a Superliga A e B na temporada 26/27, a Supercopa 2026, a Copa Brasil 2027, o Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (categoria adulto), o CBVP Challenger 2027 e nas edições subsequentes durante a vigência da política.
Essa decisão da CBV gerou grande repercussão no meio esportivo, com opiniões divergentes sendo expressas por diferentes setores da sociedade. Enquanto alguns apoiam a medida, alegando a importância da proteção da integridade das competições esportivas, outros questionam a exclusão de mulheres trans, apontando para a necessidade de inclusão e respeito à diversidade.
Diante disso, a CBV terá o desafio de lidar com a repercussão e as possíveis polêmicas que envolvem essa nova política, que busca alinhar o vôlei brasileiro com as normas internacionais estabelecidas pelas entidades reguladoras do esporte. A questão da inclusão e da equidade continuará sendo um tema relevante e debatido no âmbito esportivo e social.




