Eduarda Silva de Oliveira, acusada da morte da própria filha, a bebê Ana Beatriz, de apenas 15 dias de vida, irá responder pelo crime em liberdade. A Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social de Alagoas (Seris/AL) confirmou a informação.
O episódio teve início no dia 11 de abril de 2025, quando a mãe procurou as autoridades e afirmou que a recém-nascida havia sido sequestrada às margens da BR-101, no município de Novo Lino. A denúncia mobilizou equipes de segurança e gerou forte repercussão, com buscas intensas e apelos públicos por informações.
Nos primeiros dias de investigação, no entanto, a Polícia Civil (PC) identificou contradições no relato. Testemunhas não confirmaram a versão apresentada, e a hipótese de sequestro começou a perder força diante das inconsistências.
A reviravolta ocorreu no dia 15 de abril, quando o corpo da bebê foi encontrado dentro da própria casa da família, escondido em um armário. No dia seguinte, Eduarda confessou o crime, afirmando que matou a filha por asfixia com um travesseiro.




