Segundo o relato da suspeita, o casal arquitetou um plano para simular o suicídio de Samara, com o objetivo de se apropriar de seus bens e propriedade. As imagens mostram Thalissa sendo questionada por amigos sobre o envolvimento de Tiago no assassinato, ao que ela confirma a cumplicidade dos dois no crime.
O corpo de Samara foi encontrado sem sinais de violência em sua residência, levantando inicialmente a hipótese de suicídio. Porém, investigações posteriores revelaram a verdade por trás do falso cenário de morte. O laudo cadavérico indicou que a vítima foi vítima de asfixia, contrariando a versão inicial apresentada por Thalissa.
Desmentindo sua versão inicial, Thalissa detalhou como o casal planejou a morte de Samara, incluindo a ocultação do celular da vítima nos trilhos do metrô. A polícia acredita que a vítima tenha sido dopada e posteriormente enforcada, e que a cena do suposto suicídio tenha sido forjada para desviar a atenção das autoridades.
Com o desenrolar das investigações, Thalissa negou participação direta no homicídio, mas admitiu ter colaborado na simulação do suicídio. Tiago, por sua vez, ainda não foi ouvido devido à sua prisão por violência doméstica. O casal pode enfrentar acusações de homicídio duplamente qualificado e fraude processual, com penas que podem chegar a 34 anos de prisão.
A morte trágica de Samara deixou sua família em luto e despertou a atenção para a violência doméstica e as consequências devastadoras de relacionamentos abusivos. As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes desse caso que chocou a comunidade local e levantou questões sobre a segurança das mulheres em situações vulneráveis.
