Leavitt fez um apelo à mídia, sugerindo que os profissionais do jornalismo se concentrassem em agir como “agentes da verdade” e deixassem de lado as polêmicas geradas por conteúdos como esse. Para a secretária de imprensa, a cobertura midiática deveria priorizar temas mais significativos e relevantes para a sociedade, em vez de se deter em ataques pessoais e conteúdo que fomenta divisões.
Após a repercussão negativa, Trump excluiu o vídeo da sua rede social, Truth Social, mas não ofereceu um pedido de desculpas ou uma retratação pública. Tal atitude levantou questionamentos sobre a responsabilidade de figuras públicas no uso de suas plataformas e sobre a liberdade de expressão versus discriminação.
A polêmica ainda se estendeu para discussões sobre racismo e a normalização de discursos que perpetuam estereótipos raciais. Especialistas apontam que esse tipo de conteúdo não apenas ofende, mas também alimenta um ambiente hostil e polarizado. A indignação do público e a resposta da Casa Branca refletem uma sociedade em busca de diálogo construtivo e respeito mútuo, embora exista clara resistência por parte de alguns setores.
O incidente destaca a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre questões de racismo e a ética na comunicação. Enquanto a Casa Branca pede uma mudança de foco nos temas a serem noticiados, a sociedade continua a debater os limites da liberdade de expressão e as responsabilidades que vêm com ela.







