O Novo, que atualmente integra a chapa de reeleição do governador Jorginho Mello, com o prefeito de Joinville, Adriano Silva, como candidato a vice, agora vê em Carol uma forte possibilidade de ampliar suas opções na corrida ao Senado. Eduardo Ribeiro, presidente nacional do Novo, declarou que a candidatura de Carol ao Senado é uma prioridade inegociável, ressaltando que o Brasil necessita de senadores com independência e preparo técnico.
A filiação de Carol ao Novo poderia criar um cenário político interessante, com a chapa de Jorginho Mello possuindo três candidatos ao Senado: Carlos Bolsonaro (PL), Espiridião Amin (PP) e, eventualmente, Carol de Toni pelo Novo. Essa configuração poderia não apenas fortalecer a presença do Novo na equipe do governador, mas também gerar um “palanque triplo” que atrairia mais atenção para a campanha.
Inicialmente, especulava-se que a escolha do candidato ao Senado pelo Novo poderia afastar Amin da chapa, levando-o a se aliar com João Rodrigues, prefeito de Joinville e candidato do PSD. Essa movimentação abriria espaço para que Carol concorresse ao Senado pelo PL, ao lado de Carlos Bolsonaro. No entanto, essas expectativas foram frustradas quando Valdemar Costa Neto confirmou a permanência de Amin na chapa devido a um acordo com o partido Progressistas (PP), que é presidido nacionalmente pelo senador Ciro Nogueira.
Diante disso, Carol comunicou oficialmente sua saída do PL, iniciando um processo de avaliação sobre qual partido escolherá para a sua próxima corrida eleitoral. Sua equipe informou que já recebeu convites de seis legendas diferentes: Novo, PRD, Avante, Podemos, MDB e PSD, o que indica que a deputada tem diversas opções à sua disposição para continuar sua trajetória política. A escolha por um novo partido pode ser crucial para sua atuação no Senado, em um cenário político cada vez mais dinâmico e competitivo em Santa Catarina e em todo o Brasil.
