Recentemente, comentários de Lula em entrevistas geraram polêmica e levantaram questionamentos acerca de sua memória, especialmente quando ele confundiu sua atual esposa, Janja, com a ex-primeira-dama Marisa Letícia, e, em outra situação, equivocou a ex-presidente Dilma Rousseff com a ex-deputada Irma Passoni. Esses episódios alimentaram o debate sobre sua capacidade de liderar em um novo mandato.
Apesar das críticas, Lula continuou a se engajar em eventos populares, como no Galo da Madrugada em Recife, onde estava ao lado de outros políticos e personalidades, e seguiu para Salvador, onde sua energia foi evidenciada ao dançar com a banda BaianaSystem. No Rio de Janeiro, sua presença foi marcada por uma homenagem da Acadêmicos de Niterói, primeira escola a desfilar, e sua decisão de permanecer até o fim das apresentações, quando a Estação Primeira de Mangueira fez seu desfile. Essas imagens foram elogiadas por seus apoiadores, que consideram que elas demonstram não apenas a vitalidade do presidente, mas também sua prontidão para um possível novo mandato.
Além disso, Lula planeja uma viagem internacional em breve, com compromissos na Índia e na Coreia do Sul, onde participará de um evento sobre inteligência artificial e realizará uma visita de Estado. Esses passos demonstram uma tentativa de contrabalançar as dúvidas levantadas sobre sua capacidade física e mental para a liderança, mostrando-se ativo tanto no cenário interno quanto na arena internacional. Em um contexto onde a idade pode ser um fator de divisão, a imagem de um presidente participativo e enérgico pode se tornar uma poderosa ferramenta em sua campanha.
