Cavaliere pontuou que essa transição não será imediata, mas que é fundamental garantir que as alterações atendam aos regulamentos existentes, ressaltando a importância de um planejamento adequado. “Estamos nos direcionando a um carnaval com 15 escolas, mas isso acontecerá de forma progressiva, respeitando os tempos de preparação das escolas”, comentou o prefeito. Ele destacou também o comprometimento da prefeitura em fornecer toda a estrutura financeira e logística necessária para esse novo modelo, que tem como objetivo enriquecer ainda mais a tradicional festa carioca.
Na mesma plenária, estiveram presentes os dirigentes das 12 escolas do Grupo Especial, que aguardam com expectativa a definição da ordem dos desfiles, agendada para a próxima semana. De acordo com as informações divulgadas, duas escolas subirão da Série Ouro para o Grupo Especial em 2028, enquanto uma será rebaixada. Essas movimentações têm como prioridade serem implementadas até o carnaval de 2030.
Gabriel David ressaltou que as escolas veem a mudança como uma oportunidade de crescimento. Para ele, a evolução das apresentações trará ainda mais valor ao carnaval, destacando a importância do diálogo com o prefeito. Contudo, houve críticas em relação à proposta. Capitão Guimarães, ex-presidente da Liesa e atual patrono da Vila Isabel, classificou a mudança como um retrocesso, apontando que a introdução de uma quinta escola por noite poderia prolongar o desfile até o amanhecer, prejudicando a qualidade do evento.
Além disso, a Superliga Carnavalesca anunciou recentemente novas regras para as Séries Prata e Bronze, garantindo que três escolas de cada série terão a chance de ascender ao grupo seguinte. Esse acordo foi celebrado em uma plenária da Superliga, trazendo um novo ânimo ao cenário do carnaval nas comunidades.
Em suma, o carnaval carioca caminha para um evento que promete ser ainda mais grandioso, mas a implementação de mudanças requer atenção às particularidades de cada escola, garantindo que a tradição e a qualidade sejam preservadas.






