A iniciativa foi idealizada por uma psicóloga de 27 anos, que enfatizou o objetivo de criar vínculos e fortalecer amizades entre as participantes. Para ela, o carnaval representa uma chance de as mulheres se celebrarem e valorizarem a própria autoestima, além de desfrutarem da companhia umas das outras em um ambiente alegre e descontraído. A escolha pelo tradicional bloco se deu pela vontade de sentir a verdadeira energia do carnaval carioca, um dos mais emblemáticos do mundo.
Entre as revelações do dia, destaque para Fernanda Masuki, oriunda de São Paulo, que vivia sua primeira experiência de carnaval de rua no Rio de Janeiro. Para Fernanda, a mistura de viagem, autoconhecimento e carnaval foi uma experiência transformadora. Apesar do clima instável que começou com chuvas, ela relatou que isso não apenas não desanimou o grupo, mas contribuiu para que a experiência se tornasse ainda mais leve e memorável.
As participantes, que trazem em suas histórias vivências distintas, encontraram no giro festivo do Simpatia É Quase Amor um espaço não apenas de diversão, mas de acolhimento e troca de experiências significativas. Coordinadas por duas psicólogas, o grupo se destacou pelo propósito de autoconhecimento e pela vontade de explorar as maravilhas do Rio, aumentando a conexão entre elas.
Assim, o carnaval se revela como um espaço valioso para o autodescobrimento e a formação de laços que podem perpetuar mesmo após a folia. A união de tantas histórias e vivências criou uma atmosfera de empoderamento e alegria, celebrando a força das mulheres.







