Em suas redes sociais, Carlos Bolsonaro compartilhou que deixará Santa Catarina para se juntar a Nikolas e aos demais apoiadores dessa causa. Ele mencionou a importância de sua participação, afirmando que, após rever sua filha, retornará à caminhada. O parlamentar não está sozinho; outros membros do PL, incluindo os deputados federais Gustavo Gayer, André Fernandes, Zé Trovão e Carlos Jordy, além dos vereadores Lucas Pavanato e Fernando Holiday, também se somarão ao ato.
A mobilização, que ocorre pela BR-040, já dá sinais de desgaste. Nikolas Ferreira, por exemplo, postou em suas redes sociais os pés doloridos após horas de caminhada, além de relatar que desagradáveis dores de cabeça estavam o acompanhando. A caminhada é justificada pelo deputado como uma resposta à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e 3 meses de prisão, e também à situação jurídica dos envolvidos nos eventos tumultuosos do 8 de janeiro.
A cobertura midiática em torno da mobilização tende a inquietar o cenário político, uma vez que revela a persistente mobilização de um segmento significativo da direita brasileira em apoio a figuras controversas, como Jair Bolsonaro. A caminhada é, de certa forma, uma demonstração pública de resistência aos desafios que os bolsonaristas enfrentam, sinalizando a união entre os parlamentares e os apoiadores do ex-presidente em um momento delicado da política nacional.






