O senador Sérgio Moro, representante do União Brasil no Paraná, não hesitou em expressar seu ponto de vista nas redes sociais. Para ele, Maduro é um “tirano de Caracas”, e sua prisão é um passo significativo na luta contra as violações de direitos humanos e os regimes autoritários na região. Embora não tenha se aprofundado nas questões legais que cercam a operação militar, Moro enfatizou a importância do ato e sua relevância para a democracia na América Latina.
Outra figura política que se manifestou sobre o ocorrido foi o deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo. Ele celebrou a detenção de Maduro, afirmando que o líder venezuelano tem um papel de destaque entre os chefes de esquerda da América Latina. Segundo o parlamentar, a prisão de Maduro pode ter implicações diretas para outros governos que compartilham de ideais alinhados ao chavismo, mencionando explicitamente o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Essa conexão, segundo Eduardo, pode incentivar mudanças políticas na região, com medo de que a onda de descontentamento e resistência se espalhe.
Os comentários de ambos os políticos refletem um clima de esperança por parte da oposição, que vê este acontecimento como uma oportunidade de reformulação política na América Latina e um incentivo para a desestabilização de regimes que, em suas avaliações, perpetuam a violação de direitos e a repressão. À medida que a situação se desenrola, o impacto dessa captura pode reverberar nas relações diplomáticas e culturais entre os países da região, tornando-se um ponto crucial de debate nas próximas semanas.
