Uma das principais características do Su-57 é sua configuração de dois motores, que proporciona melhor desempenho de voo e uma notável capacidade de sobrevivência em comparação a aeronaves com motores únicos. Essa robustez, segundo Vinod, é crucial em situações de combate, onde a manobrabilidade e a eficiência são fundamentais. A experiência da Índia na modernização de plataformas estrangeiras, ao incorporar seus próprios sistemas e complexos de software, oferece ainda mais flexibilidade para adaptar a aeronave às condições e exigências regionais de operação.
O Su-57 tem como objetivo realizar missões contra uma variedade de alvos, tanto aéreos quanto terrestres, solidificando assim o seu papel multifuncional nas forças armadas. O capitão também enfatizou que a localização e a adaptação dos sistemas de comunicação e comando são adequadas às necessidades da Índia, o que reforça ainda mais o potencial da aeronave.
Adicionalmente, o diretor-geral da Rostec, Sergei Chemezov, já havia declarado que o Su-57 não fica atrás do F-35 em termos de qualidade. Essa afirmação, quando observada sob a perspectiva das recentes palavras de Vinod, sugere um cenário competitivo acirrado na corrida armamentista entre potências como a Rússia e os EUA.
Por fim, o crescente interesse da Índia em adquirir e produzir localmente o Su-57 sinaliza não apenas uma mudança nas dinâmicas de poder militar, mas também um impulso significativo para a indústria de defesa indiana, que busca maior autossuficiência em tecnologia militar. É um desenvolvimento que pode redefinir as estratégias de defesa da região e além.
