Entre os candidatos presentes estavam Ricardo Nunes (MDB) e Pablo Marçal (PRTB) de São Paulo, além de André Ramagem (PL) do Rio de Janeiro, Bruno Engler (PL) de Belo Horizonte, Gilson Machado (PL) de Recife, Capitão Alberto Neto (PL) de Manaus e Fred Rodrigues (PL) de Goiânia. Apesar da participação dos candidatos, vale ressaltar que nenhum deles tem liderado as pesquisas de intenção de voto em suas respectivas capitais.
O painel eleitoral mostra que Nunes e Marçal estão em situação de empate técnico com Guilherme Boulos (PSOL) em São Paulo. No entanto, de acordo com os dados mais recentes do Datafolha, o deputado federal Boulos encontra-se numericamente à frente. Marçal chegou à manifestação paulista apenas no final do evento, após o discurso do ex-presidente Bolsonaro.
Durante a manifestação, os candidatos não tiveram oportunidade de falar ao microfone. O prefeito Ricardo Nunes foi avistado entre as pessoas que estavam no mesmo trio elétrico que Jair Bolsonaro, porém preferiu não se destacar em uma das grades para evitar possíveis interpretações.
No discurso que realizou na avenida Paulista, Bolsonaro fez críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem chamou de “ditador” e afirmou que o mesmo causa mais prejuízos ao país do que o ex-presidente Lula. O presidente pediu ao Senado que tome medidas para conter as ações do ministro.
Neste cenário político cada vez mais tenso e polarizado, a presença dos candidatos aliados de Bolsonaro na manifestação do dia 7 de setembro pode ter sido uma estratégia para captar eleitores e angariar apoio político, aproveitando a visibilidade do evento para fortalecer suas campanhas eleitorais.
