Pablo Marçal, candidato pelo PRTB à Prefeitura de São Paulo, vem causando alvoroço desde o início de sua campanha, com estratégias agressivas e muitas polêmicas. Com um perfil repleto de provocações, xingamentos e disseminação de fake news, Marçal conquistou a atenção dos eleitores e conseguiu alavancar sua candidatura de forma inesperada.
Sem tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV, Marçal transformou suas redes sociais em uma arma para atrair doações e atrair a atenção do público. Seus ataques a adversários e a postura agressiva nos debates criaram um clima de baixaria na campanha, levando até mesmo a agressões físicas e processos judiciais.
Ao acusar Guilherme Boulos do PSol de ser usuário de cocaína, Marçal iniciou uma escalada de desentendimentos que culminou em ações judiciais e direitos de resposta concedidos ao adversário. Sua postura agressiva também causou um racha no bolsonarismo, com desavenças públicas com Jair Bolsonaro e seu filho Carlos.
No auge da violência na campanha, Marçal foi agredido com uma cadeirada por José Luiz Datena durante um debate televisivo, gerando repercussão e até mesmo hospitalização do candidato. Outro episódio marcante foi o soco dado por um membro de sua equipe no marqueteiro de Ricardo Nunes, em um debate posterior.
Além disso, suspeitas envolvendo aliados de Marçal e o Primeiro Comando da Capital (PCC) também foram levantadas, colocando o candidato em situações delicadas devido às associações controversas.
Apesar de todas as controvérsias e polêmicas, Pablo Marçal segue firme em sua campanha, prometendo enfrentar as adversidades e destacando seu discurso “antissistema”. Sua postura agressiva e confrontadora colocou-o sob os holofotes da mídia e do eleitorado, tornando sua candidatura uma das mais comentadas e controversas desta eleição paulistana.
