Pollara, no entanto, teve um período afastado de suas funções na prefeitura de Goiânia devido a uma determinação do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO), que o acusou de má-fé em relação a contratações para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Questionado sobre eventuais desgastes causados por essas investigações, Pollara afirmou que não se preocupa com isso, destacando que desgaste faz parte da vida de quem está no comando.
Durante a coletiva, Marçal reforçou seu compromisso com a transparência e a integridade, afirmando que não tolerará condutas inadequadas em seu governo. Ele citou o exemplo de Sabará, elogiando sua conduta e deixando claro que não protegerá nenhum membro de seu eventual governo que se envolver em irregularidades.
O candidato destacou ainda que, se detectar qualquer esquema de corrupção dentro da Prefeitura de São Paulo, agirá de forma enérgica para remover os responsáveis. Sua postura firme em relação à ética e à honestidade na gestão pública foi reforçada ao longo da coletiva, demonstrando seu compromisso em combater qualquer tipo de desvio de conduta em sua possível administração municipal.
Diante das declarações de Marçal e Pollara, fica evidente a ênfase na integridade e na transparência como pilares fundamentais para um eventual governo do candidato à Prefeitura de São Paulo. Esse posicionamento reforça a importância da ética na gestão pública e sinaliza uma postura de combate à corrupção, caso o candidato seja eleito para o cargo.





