Durante a coletiva, Marçal admitiu que suas estratégias de chamar atenção podem não soar positivamente para todos, mas ressaltou que precisava se destacar de alguma forma. Ele afirmou que sua campanha enfrenta desvantagens em comparação com outras candidaturas e mencionou as provocações que fez contra Ricardo Nunes, do MDB, antes de um debate do grupo Flow, onde ambos trocaram ofensas acusando um ao outro de ligação com o PCC.
O candidato também enfatizou que sua estratégia não é simplesmente causar polêmica, mas sim uma questão de necessidade em um cenário eleitoral desproporcional. Ele defendeu seu assessor Nahuel Medina, que agrediu o marqueteiro da campanha de Nunes, argumentando que agiu em legítima defesa.
Além disso, Marçal anunciou dois nomes para possíveis secretarias em um eventual mandato em São Paulo: Marcos Cintra, ex-secretário especial da Receita Federal do governo Bolsonaro, para a secretaria da Fazenda; e Wilson Pollara para a Secretaria de Saúde, que já ocupou o cargo na gestão de João Doria.
A disputa pela prefeitura de São Paulo segue acirrada e sem definições claras. Marçal aparece tecnicamente empatado no segundo lugar das pesquisas de intenção de voto, sendo que em uma delas ele está atrás de Guilherme Boulos, do PSOL, e em outra está atrás de Ricardo Nunes, do MDB.
Apesar das polêmicas e da polarização política, as pesquisas indicam um cenário de incerteza em relação ao resultado final. A população paulistana aguarda ansiosa pelo desfecho desta eleição que promete ser histórica.
