A campanha foram realizadas em áreas vulneráveis e contou com atividades educativas que buscavam capacitar os participantes a reconhecer os perigos inerentes às suas comunidades. O ministério destaca que a colaboração entre comunidades, instituições públicas e escolas é crucial, especialmente em regiões que enfrentam problemas socioambientais e eventos climáticos extremos.
A proposta é que a prevenção de desastres se inicie no cotidiano, tendo como base a informação, a educação e a mobilização das pessoas. Ao longo da programação, os participantes se envolveram em diálogos, oficinas e encontros formativos, nos quais tiveram a oportunidade de elaborar estratégias práticas de mobilização para prevenir desastres. Essa troca de conhecimentos visa fortalecer redes locais e capacitar os moradores a transformar aprendizado em ações concretas, preparando as cidades para enfrentar os riscos climáticos que já afetam diversas regiões do Brasil.
Com foco em 23 municípios brasileiros, a campanha já impactou diretamente cerca de 30 mil estudantes e se expandiu por estados como Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Isso mostra a abrangência da iniciativa, que se insere dentro de uma política pública mais ampla, unindo educação, ciência e desenvolvimento urbano com a prevenção de desastres como um eixo central de justiça climática em territórios vulneráveis.
Dessa forma, a campanha não apenas fomenta a conscientização sobre os riscos climáticos, mas também engaja a sociedade em uma ação conjunta que visa mitigar os efeitos das mudanças climáticas, promovendo um futuro mais seguro e sustentável para as próximas gerações.







