Tavares argumenta que a educação financeira desde cedo pode contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes e preparados para lidar com desafios econômicos, melhorando sua qualidade de vida e colaborando para a estabilidade econômica do país. Além disso, enfatiza que uma população financeiramente educada é menos vulnerável a fraudes e abusos, podendo também desempenhar um papel importante na redução da desigualdade econômica.
O projeto prevê que o conteúdo programático mínimo da disciplina inclua conceitos básicos de economia e finanças, planejamento financeiro pessoal e familiar, uso consciente de crédito e endividamento, poupança e investimento, empreendedorismo e inovação, direitos do consumidor e proteção financeira, além de tecnologias financeiras e segurança digital.
Caberá ao Ministério da Educação desenvolver programas de capacitação continuada para os professores, e o governo federal poderá incentivar parcerias com instituições financeiras, organizações não governamentais e empresas de tecnologia para apoiar a implementação e desenvolvimento da educação financeira nas escolas.
O projeto de lei de Marcos Tavares não altera a legislação existente, respeitando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que determina os conteúdos obrigatórios a serem abordados nos currículos.
Atualmente, a proposta está em tramitação nas comissões de Educação, Finanças e Tributação, e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, o projeto ainda precisará ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.







