Segundo Heringer, a presença de inelegíveis em pesquisas ao lado de possíveis candidatos pode comprometer a credibilidade do processo eleitoral, incitando a desobediência civil e provocando instabilidade social. Para o deputado, essas pesquisas apenas beneficiam os inelegíveis, que se mantêm em evidência mesmo estando legalmente excluídos da corrida eleitoral.
O próximo passo para o Projeto de Lei 188/25 é a análise pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser submetido à votação no Plenário da Câmara. Para se tornar lei, a proposta precisa ser aprovada tanto pelos deputados quanto pelos senadores.
Essa iniciativa legislativa levanta discussões importantes sobre a transparência e legitimidade do processo eleitoral, destacando a necessidade de revisão e aprimoramento das normas que regem as pesquisas de opinião em período eleitoral. A proposta de Heringer também destaca a importância de garantir a imparcialidade e objetividade nas pesquisas de opinião, evitando distorções que possam influenciar o resultado das eleições.
Diante desse cenário, é fundamental acompanhar de perto a tramitação do Projeto de Lei 188/25 e as discussões que ele suscita, a fim de compreender os possíveis impactos e desdobramentos dessa proposta para o sistema político e eleitoral brasileiro.
