Hugo Motta fez questão de ressaltar que a Câmara não é um local para espetacularização ou desordem, expressando sua indignação com a tentativa de denegrir a imagem da instituição. Diante da atmosfera turbulenta que o país enfrenta em meio à denúncia contra Bolsonaro e outras 33 pessoas, entre eles acusações de organização criminosa armada e golpe de Estado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Motta assumiu a responsabilidade de acionar o Conselho de Ética contra os parlamentares que desrespeitarem seus colegas.
Além disso, o presidente da Câmara também proibiu a entrada de cartazes no Plenário, destacando que o espaço é destinado aos parlamentares para exercerem seu poder de fala, propor projetos e defender suas ideias, e não para manifestações de torcida. A sessão foi interrompida enquanto era presidida pela deputada Delegada Katarina (PSD-SE), após deputados da oposição interromperem com palavras de ordem o discurso do líder do PT, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). O episódio gerou protestos das deputadas presentes, que solicitaram respeito pelo fato de a sessão ser presidida por uma mulher.
Diante desses acontecimentos, mais informações serão divulgadas em breve, mantendo o público atualizado sobre os desdobramentos dessa situação. A reportagem está a cargo de Tiago Miranda, com edição feita por Pierre Triboli, trazendo os detalhes e repercussões desse incidente na Câmara dos Deputados.







