CAMARA DOS DEPUTADOS – Ministros convocados para audiências em comissões da Câmara dos Deputados para esclarecer suas prioridades e propostas para o Brasil.

Na última semana, as comissões permanentes da Câmara dos Deputados foram palco de intensas atividades políticas, com a aprovação de pelo menos 28 requerimentos convidando ministros ou solicitando esclarecimentos a autoridades do Executivo. O destaque ficou para a presença de 13 ministros que foram convidados a participar de audiências nos próximos dias.

Entre os convocados, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, foi convidado pela Comissão de Segurança Pública para esclarecer diversos pontos relevantes. O presidente do colegiado, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), informou que o ministro se antecipou e se ofereceu para comparecer à comissão no dia 29 de abril, resultando na transformação dos requerimentos em convites.

O deputado Sanderson (PL-RS) expressou sua preocupação em relação à minuta de proposta de emenda à Constituição sobre segurança pública, mencionando que a medida poderia comprometer ainda mais a segurança no Brasil. A crítica se baseia na possível concentração de poder em Brasília, afetando diretamente as polícias militares e civis dos estados.

Além de Lewandowski, outros ministros foram chamados para audiências em diferentes comissões, como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, que devem falar sobre suas prioridades e o projeto que propõe elevar o limite de isenção do Imposto de Renda da pessoa física.

Outro destaque foi o convite ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pela Comissão de Finanças e Tributação, apontando a necessidade de esclarecimentos sobre as ações do Banco Central que afetam a economia do país.

Diversas outras comissões também convidaram ministros para discutir temas relevantes, desde ciência e inovação até direitos humanos. Essas audiências são fundamentais para a transparência e a prestação de contas do Executivo perante o Legislativo, garantindo a democracia e a participação popular nas decisões governamentais.

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