Os novos cargos criados deverão ser preenchidos por servidores que já ocupam posições efetivas, assegurando, assim, que as novas funções sejam atribuídas a profissionais qualificados. Além disso, as despesas associadas a essas novas contratações serão adequadamente cobertas pelos recursos já previstos no orçamento do tribunal, evitando qualquer impacto financeiro adicional ao orçamento da União.
A proposta que deu origem a essa lei foi o Projeto de Lei 3292/25, apresentado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Após passar por um caminho legislativo que incluiu sua análise e aprovação tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado, a proposta recebeu pareceres favoráveis de importantes parlamentares, como o deputado Emanuel Pinheiro Neto e o senador Wellington Fagundes.
Nos últimos anos, Mato Grosso enfrentou um crescimento notável em sua população, que aumentou em mais de 80% desde a criação do TRT, em 1992. Esse dado foi ressaltado por Pinheiro Neto, que argumentou que a estrutura do tribunal precisava ser ajustada para atender à nova realidade social, econômica e populacional do estado. Ele enfatizou que a atualização do quadro de desembargadores representa uma resposta concreta à demanda por uma Justiça mais ágil e efetiva, especialmente em um momento em que as questões trabalhistas merecem atenção especial.
Essas mudanças são parte de um esforço mais amplo para modernizar a Justiça no Brasil, adequando-a ao contexto contemporâneo e garantindo que as instituições possam desempenhar suas funções com eficácia e eficiência. A expectativa é que a nova configuração do TRT da 23ª Região contribua para melhorar o acesso à justiça e a qualidade dos serviços prestados à população mato-grossense.
