Os deputados da oposição criticaram a atitude do deputado, enquanto os parlamentares do governo afirmaram que não há qualquer tipo de perseguição contra ele. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, deu parecer contrário ao pedido do PT para apreender o passaporte de Bolsonaro, alegando que suas viagens internacionais não configuram um ato ilegal.
Diversos colegas de Bolsonaro na Câmara dos Deputados se manifestaram sobre sua decisão. O deputado Carlos Jordy (PL-RJ), vice-líder da Minoria, enfatizou a dificuldade e a dor da escolha feita por Bolsonaro, mas ressaltou a importância de sua luta contra o que ele chama de ditadura. Já o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB) declarou que Bolsonaro está exilado com medo de ser preso, enquanto o deputado Mauricio Marcon (Pode-RS) classificou a decisão como um gesto de amor ao país.
Por outro lado, críticas também foram feitas ao deputado. Paulão (PT-AL) questionou a decisão de Bolsonaro, afirmando que ele deveria estar prestando solidariedade ao pai. A deputada Maria do Rosário (PT-RS) destacou que o Brasil não persegue ninguém, mas não será leniente com traidores. O deputado Ivan Valente (Psol-SP) acusou Bolsonaro de mentir ao justificar sua permanência nos Estados Unidos, alegando que o verdadeiro objetivo é atacar o Supremo e desmoralizar as instituições brasileiras.
A situação de Eduardo Bolsonaro continua rendendo discussões e polarização entre os políticos e a sociedade brasileira, demonstrando a complexidade do cenário político do país.
