CAMARA DOS DEPUTADOS – Dia Nacional de Conscientização sobre Agenesia de Membros é sancionado, promovendo inclusão e combate ao preconceito em todo o país.

No dia 5 de janeiro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.287/25, que estabelece o Dia Nacional da Conscientização sobre a Agenesia de Membros. A data, prevista para ser comemorada anualmente em 25 de agosto, visa ampliar a visibilidade e promover um debate mais amplo sobre a condição conhecida como agenesia de membros. Essa condição congênita é caracterizada pela ausência ou desenvolvimento incompleto de braços, pernas e outras partes do corpo, afetando significativamente a vida de muitas pessoas.

Com a implementação desta lei, o governo busca não apenas incentivar a conscientização sobre a agenesia, mas também promover políticas públicas eficazes que combatam o preconceito e o capacitismo. O dia será marcado por diversas atividades educativas e informativas, com o intuito de garantir a plena integração e inclusão social das pessoas que vivem com essa condição.

A proposta que originou a nova legislação é de autoria do deputado Julio Cesar Ribeiro, do partido Republicanos-DF. O projeto de lei (PL 3506/20) foi aprovado de forma unânime pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, refletindo a importância e a urgência do tema no cenário atual.

O deputado Ribeiro declarou: “A criação do Dia Nacional de Conscientização sobre a Agenesia de Membros atende às necessidades das pessoas com essa condição. A iniciativa promove informação, reconhecimento e fortalecimento dessa população, além de contribuir para a redução das desigualdades sociais”. Com essa afirmação, ele enfatiza o papel fundamental da conscientização na luta contra a exclusão e na promoção da equidade.

Neste contexto, a lei representa um passo significativo na busca por um país mais inclusivo, onde diferenças físicas não sejam barreiras para a participação plena na sociedade. O Dia Nacional da Conscientização sobre a Agenesia de Membros se junta a outras datas comemorativas que visam elevar a discussão sobre direitos e inclusão, reafirmando o compromisso do governo com a causa da acessibilidade e do respeito à diversidade. A expectativa é que, por meio de workshops, palestras e campanhas educativas, a sociedade possa se sensibilizar e se engajar na construção de um ambiente mais acolhedor para todos.

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