CAMARA DOS DEPUTADOS – Deputadas Lideram Comitê Interinstitucional para Combater Violência e Feminicídio no Brasil em Resposta ao Crescente Número de Crimes de Gênero

Deputadas Formam Comitê Interinstitucional para Combater o Feminicídio

Em um passo significativo no combate à violência de gênero, as deputadas Soraya Santos (PL-RJ), Greyce Elias (Avante-MG), Benedita da Silva (PT-RJ) e Jack Rocha (PT-ES) foram designadas como representantes da Câmara dos Deputados no recém-instituído Comitê Interinstitucional de Gestão do Pacto Brasil contra o Feminicídio. Este comitê, estabelecido pelo governo federal, visa uma articulação mais eficaz entre os três Poderes e diferentes esferas do governo para enfrentar a crescente violência contra as mulheres.

A principal missão do grupo é implementar ações que promovam a proteção e a segurança das mulheres, especialmente em um momento crítico, onde os dados alarmantes revelam que em 2025, 1.520 mulheres foram assassinadas apenas no Brasil, resultando em uma média de quatro homicídios diários. Diante desse panorama assustador, o comitê se torna uma ferramenta essencial no desenvolvimento de estratégias robustas e eficazes para o enfrentamento desse problema.

Entre as atribuições do comitê, destacam-se a definição de diretrizes que orientarão políticas públicas, o monitoramento contínuo do pacto e a elaboração de relatórios anuais que avaliem os resultados das ações implementadas. Esse esforço coordenado busca não apenas combater o feminicídio, mas também promover um ambiente mais seguro para as mulheres, ajustando medidas preventivas que garantam a efetivação dos compromissos acordados.

O Pacto Brasil contra o Feminicídio é considerado uma prioridade nacional, refletindo a urgência de uma abordagem integrada para erradicar a violência de gênero. O comitê, ao reunir diferentes vozes e conhecimentos, tem a potencialidade de gerar soluções inovadoras e eficazes que podem reverter essa triste realidade. O envolvimento das deputadas é crucial, pois traz não apenas representatividade, mas também uma perspectiva legislativa para as ações que serão implementadas.

Enquanto o Brasil enfrenta esse desafio, a sociedade civil e as instituições devem se unir em esforços coordenados para garantir que as medidas adotadas tenham impacto real e duradouro. O país espera que o novo comitê possa, de fato, fazer a diferença e proteger os direitos das mulheres em todo o território nacional.

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