A iluminação especial teve como objetivo principal sensibilizar a população sobre a importância de se discutir e apoiar iniciativas relacionadas à síndrome de Angelman, além de incentivar pesquisas e ações educacionais. A iniciativa visa também aumentar a visibilidade do tema e promover uma maior conscientização sobre a doença.
A síndrome de Angelman afeta aproximadamente uma em cada 15 mil pessoas e apresenta sintomas como atraso no desenvolvimento motor e da fala, problemas de movimento e equilíbrio, e deficiência intelectual. O diagnóstico da doença é confirmado por meio de testes genéticos, representando um grande desafio para as famílias e profissionais de saúde.
No entanto, é importante ressaltar que o número de diagnósticos realizados ainda é muito inferior ao número real de pessoas afetadas pela síndrome de Angelman, tanto no Brasil quanto no mundo. Por isso, iniciativas como a iluminação especial do Congresso Nacional são fundamentais para ampliar o debate e incentivar ações que melhorem a qualidade de vida dos pacientes e suas famílias.
A atenção voltada para as doenças raras, em especial a síndrome de Angelman, é essencial para garantir que essas condições sejam conhecidas e tratadas de forma adequada. A iluminação do Congresso Nacional com a cor azul foi um gesto simbólico, mas que carrega consigo a importância de dar visibilidade a uma causa tão importante e relevante para a sociedade.






