CAMARA DOS DEPUTADOS – Comissão vota parecer sobre isenção tributária para créditos fiscais em investimentos em reunião no Senado nesta quinta-feira

A comissão mista responsável por analisar a medida provisória que regulamenta a isenção tributária para créditos fiscais provenientes de subvenção para investimentos, a MP 1185/23, está pronta para votar o parecer do relator, deputado Luiz Fernando Faria (PSD-MG). O deputado apresentou seu parecer ontem, onde defende a aprovação de um projeto de lei de conversão. A votação está agendada para esta quinta-feira (14), às 14h30, no plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.

A medida provisória em questão visa alterar a sistemática atual em relação às subvenções recebidas pelas empresas para investimentos e custeio, que atualmente não entram na base de cálculos dos impostos federais, ficando isentas de tributação. Com a MP 1185/23, essa sistemática será modificada, e o texto faz parte da agenda prioritária do governo federal, que busca aumentar a arrecadação e fechar o déficit fiscal previsto para o próximo ano.

O governo afirma que a nova sistemática tem potencial para gerar uma arrecadação de R$ 137 bilhões em quatro anos, sendo R$ 35 bilhões em 2024. Essa mudança tem como objetivo reforçar as receitas do governo, diante dos desafios fiscais enfrentados pelo país.

A proposta tem gerado debates entre os parlamentares, com alguns apoiando a iniciativa do governo e outros manifestando preocupações com possíveis impactos negativos sobre as empresas. O relator, deputado Luiz Fernando Faria, argumenta que a proposta traz mais clareza e segurança jurídica para as empresas, além de garantir uma fonte adicional de receita para o governo.

A discussão em torno da MP 1185/23 promete ser acalorada durante a votação, com expectativa de manifestações de diferentes setores da sociedade e uma possível análise detalhada do parecer do relator. Independentemente do resultado da votação, a medida provisória certamente terá repercussões significativas na economia e na arrecadação do país nos próximos anos. Portanto, é crucial que os parlamentares considerem com cuidado todas as implicações e consequências antes de tomar sua decisão.

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