A relatora do projeto, Juliana Cardoso, destacou que o objetivo da medida é sensibilizar os estudantes e a sociedade em geral para a importância da doação de sangue, que é fundamental para salvar vidas. O texto aprovado é um substitutivo apresentado pela deputada, que fez ajustes no projeto original para garantir que as universidades não tenham sua autonomia invadida.
Uma das principais mudanças feitas pela relatora foi a retirada da obrigatoriedade das campanhas serem realizadas trimestralmente e divulgadas nos meios de comunicação das faculdades. Juliana argumentou que as instituições de ensino médico têm condições de se tornarem locais de coleta de sangue, dada a presença de cadeiras de hematologia em todas elas.
O próximo passo para o projeto se tornar lei é a análise pelas comissões de Educação, de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso seja aprovado por essas comissões, a proposta ainda precisará passar pela aprovação dos deputados e dos senadores para entrar em vigor.
A iniciativa tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a importância da doação de sangue e incentivar um público jovem e saudável a se tornar doador, contribuindo para garantir o abastecimento dos bancos de sangue e salvar vidas. A expectativa é de que a medida seja bem recebida e ajude a ampliar a cultura da doação de sangue no país.






