CAMARA DOS DEPUTADOS – Câmara dos Deputados Avança com Projeto de Recuperação de Terras Degradadas na Amazônia para Impulsionar Sustentabilidade e Aumento da Produção Agropecuária.

No mês de dezembro de 2025, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados deu um passo significativo para a preservação ambiental e a sustentabilidade na Amazônia. O Projeto de Lei 3612/25, que institui o Programa Nacional de Recuperação de Terras Degradadas na Amazônia, foi aprovado pelos deputados.

A proposta, de autoria do deputado Duda Ramos, visa a expansão da produção agropecuária sem recorrer a novos desmatamentos, promovendo assim a recuperação de áreas que sofreram degradação. O lançamento deste programa é um reflexo da crescente preocupação com a conservação ambiental, ao mesmo tempo em que busca assegurar a segurança alimentar do país.

O relator da proposta, Vicentinho Júnior, ressaltou a importância dessa iniciativa para garantir a sustentabilidade do setor agropecuário. O programa se propõe a estabelecer diretrizes que possibilitem ao governo federal, aliado a estados e municípios, promover ações de recuperação ambiental. Assim, enfatiza-se o compromisso com o aumento da produtividade, a adoção de práticas sustentáveis e a introdução de tecnologias no manejo do solo.

Além disso, o programa busca contribuir para o cumprimento de metas ambientais que são cada vez mais exigidas em âmbito global. A recuperação de solos prejudicados, muitos deles em condição de degradação moderada a severa, é um dos focos principais. O deputado Vicentinho Júnior mencionou que o Brasil possui milhões de hectares afetados, e a revitalização dessas áreas é essencial para continuar a produção de alimentos de maneira eficiente, utilizando terrenos já antropizados, ou seja, que já passaram por intervenções humanas.

Com o projeto agora em caráter conclusivo, ele será examinado por diversas comissões, incluindo as de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Amazônia e Povos Originários e Tradicionais, Finanças e Tributação, além de Constituição, Justiça e Cidadania. Para que a proposta se torne lei, sua aprovação é necessária tanto na Câmara quanto no Senado, o que ressalta a importância do engajamento legislativo em temas relacionados ao desenvolvimento sustentável e à proteção das riquezas naturais do Brasil.

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