Entre as propostas que agora trarão o carimbo de urgência, destaca-se o Projeto de Lei 4820/23, de autoria do deputado Saullo Vianna (MDB-AM) e outros, que visa classificar a epidermólise bolhosa (EB) como uma doença incapacitante. A proposta inclui a instituição de uma pensão mensal de um salário mínimo, no valor de R$ 1.518, para indivíduos diagnosticados com essa condição. Outras iniciativas que merecem atenção incluem o PL 1367/24, que propõe um protocolo de combate ao bullying nas escolas, e o PLP 104/25, que busca isentar a sardinha enlatada de certos impostos, incluindo a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
O PL 25/24, apresentado pelo deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR), está preocupado com o bem-estar animal, definindo como infração gravíssima o uso de veículos para abandonar ou facilitar o abandono de animais em vias públicas. De igual importância, o PL 3984/25, da deputada Delegada Katarina (PSD-SE), propõe um endurecimento nas penas para crimes sexuais, além de implementar mecanismos de proteção às vítimas e programas educativos de prevenção.
Outras propostas em regime de urgência incluem a regulamentação da profissão de dançarino (PL 4768/16), o reconhecimento da robótica como esporte de competição e a obrigatoriedade de eventos educacionais na área (PL 1106/23), e a exigência de atestado médico para acompanhantes de crianças menores de 12 anos (PL 4913/25). Por fim, o PL 1315/26, enviado pelo Poder Executivo, estabelece medidas para a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2027 no Brasil, além de autorizar o pagamento de prêmio às jogadoras da seleção brasileira que participaram do torneio mundial de 1988.
O avanço dessas propostas destaca não apenas a força do Legislativo em abordar questões sociais e políticas relevantes, mas também a urgência em garantir direitos e proteção para categorias diversas da população. A expectativa é que, com esse regime especial de tramitação, as votações ocorram de forma mais rápida e eficiente.
