O novo regulamento, elaborado sob a liderança do relator, deputado Diego Garcia, do partido União-PR, modifica o Projeto de Lei 2471/24 originalmente proposto pela deputada Clarissa Tércio, do PP-PE. A proposta inicial visava apenas a adaptação do formato das provas, sem abordar detalhadamente o aumento do tempo de conclusão das avaliações e a possibilidade de aplicação fracionada, ou seja, distribuída ao longo de vários dias ou semanas.
Diego Garcia enfatizou a importância do projeto como um meio de criar condições mais justas para a avaliação dos estudantes. Ele argumentou que a medida é fundamental para permitir que esses alunos possam desenvolver plenamente suas habilidades e mostrar seus conhecimentos em um ambiente equitativo. Essa mudança promete não apenas melhorar o desempenho acadêmico de muitos alunos, mas também contribuir para um ambiente escolar mais inclusivo e compreensivo.
O projeto encontra-se atualmente em caráter conclusivo, o que significa que sua análise ainda deve ser realizada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para que se torne lei, precisa ser aprovado tanto pela Câmara dos Deputados quanto pelo Senado Federal.
Este avanço legislativo reflete um reconhecimento crescente da importância de considerar as necessidades específicas de alunos com transtornos de aprendizagem. O compromisso em equiparar as condições avaliativas demonstra um esforço significativo em buscar uma educação mais inclusiva, que considere a diversidade de ritmos e estilos de aprendizado. A expectativa é que, ao fornecer as condições adequadas, o sistema de ensino possa contribuir para o empoderamento e a autoconfiança desses estudantes, promovendo uma educação mais justa e igualitária.





