Câmara dos Deputados aprova projeto de lei para regulamentar produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono e instituir incentivos fiscais.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira um projeto de lei que traz regulamentações para a produção de hidrogênio considerado de baixa emissão de carbono. O Projeto de Lei 2308/23, de autoria dos deputados Gilson Marques e Adriana Ventura, será encaminhado ao Senado para apreciação.

De acordo com o relator do projeto, deputado Bacelar, a proposta define que o hidrogênio de baixa emissão de carbono será aquele que resulte em valor inicial menor ou igual a 4 quilogramas de dióxido de carbono equivalente por quilograma de hidrogênio produzido. Essa medida representa a intensidade de emissão de gases do efeito estufa e deverá ser adotada até 31 de dezembro de 2030, quando passará a ser regressiva.

A votação se encerrou após a Ordem do Dia e será retomada nesta quarta-feira, às 16 horas. Os deputados ainda destacaram a importância do tema e a necessidade de regular a produção de hidrogênio de forma a reduzir os impactos ambientais.

A certificação voluntária e os incentivos federais tributários previstos no projeto visam fomentar a produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono no país. Os parlamentares destacaram a relevância de estabelecer parâmetros para a produção desse combustível, que tem se mostrado uma alternativa importante para a redução da emissão de gases poluentes.

Esse tipo de legislação reflete a preocupação com a questão ambiental e a necessidade de buscar alternativas sustentáveis para a produção de energia. A expectativa é de que o Senado dê continuidade à tramitação do projeto, para que, caso aprovado, possa entrar em vigor o quanto antes.

Para saber mais detalhes sobre a votação e as próximas etapas do projeto, ficou disponível o link para assistir à sessão ao vivo. Mais informações serão divulgadas em breve.

Esta iniciativa representa um avanço importante na busca por fontes de energia mais limpas e na redução dos impactos ambientais. A expectativa é de que o projeto seja amplamente debatido no Senado e que sua aprovação traga benefícios significativos para o setor de energia no Brasil.

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