Caixa Economica libera pagamento do Bolsa Família para beneficiários com NIS final 3; valor médio chega a R$ 678,22

A Caixa Econômica Federal inicia nesta segunda-feira, dia 20, o pagamento referente à parcela de abril do Bolsa Família, beneficiando os usuários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termine em 3. Para este mês, o valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com a inclusão de adicionais, a média do pagamento sobe para R$ 678,22. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, que estima que nesta edição do programa de transferência de renda cerca de 18,9 milhões de famílias serão atendidas, resultando em um gasto total de R$ 12,8 bilhões.

Dentro da estrutura do Bolsa Família, além do montante básico, existem três adicionais significativos. O Benefício Variável Familiar Nutriz destina-se a mães de bebês com até seis meses, que podem receber até seis parcelas de R$ 50 para assegurar a alimentação das crianças. Ademais, o programa ainda contempla R$ 50 adicionais para gestantes e nutrizes, enquanto filhos de 7 a 18 anos geram um acréscimo de R$ 50 por criança, e cada criança com até 6 anos recebe R$ 150.

Os pagamentos no formato tradicional ocorrem nos últimos dez dias úteis do mês, e informações sobre datas, valores e composições das parcelas podem ser acessadas pelo aplicativo Caixa Tem, que também permite aos beneficiários monitorar suas contas digitais e realizar transações.

Recentemente, em uma ação unificada, beneficiários de 173 municípios em 11 estados receberam antecipadamente a parcela do Bolsa Família, um gesto que atinge diretamente áreas conhecidas por enfrentar adversidades climáticas, como secas e enchentes. Essa medida foi especialmente direcionada a localidades em situação de vulnerabilidade.

Desde 2024, uma importante modificação na lei retirou o desconto do Seguro Defeso dos valores do Bolsa Família. Anteriormente, o Seguro Defeso beneficiava pescadores artesanais durante períodos em que a atividade pesqueira é proibida.

Adicionalmente, cerca de 2,34 milhões de famílias estão sob a chamada “regra de proteção”, que assegura que, mesmo que consigam emprego e aumentem sua renda, receberão 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que respeitem os limites estabelecidos. Em 2025, houve uma mudança na duração dessa regra, reduzindo o período de proteção de dois para um ano para novos beneficiários, embora aquelas famílias que já estavam sob a regra até maio de 2025 mantenham seus direitos.

Essas iniciativas não apenas asseguram a subsistência de milhões de brasileiros, mas também refletem o empenho do governo em adaptar suas políticas sociais às realidades enfrentadas pela população.

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